Quando se reúne algumas pessoas pra se realizar algo, logo se esbarra na dificuldade de compreender as diversas freqüências de pensamento e o ritmo individual. Porém, é uma grande oportunidade de crescimento pessoal. Com o Imazine não é diferente.
Propondo reunir pessoas que tenham trampos autorais, experimentais e atuantes em diferentes áreas da arte, mas com sentimentos em comum, como exemplo, a vontade de se comunicar e domesticar o imaginário. Surge à publicação experimental Imazine. O nome Imazine vem da junção de imagem + zine, agregados soam como “imagine”. Transformar pilhas e pilhas de idéias em algo que produza algum efeito é o foco. Claro sem a pretensão de hastear nenhuma bandeira. Mostrando um pouco do que está rolando no cenário alternativo de Belo Horizonte.
Na real, imaginar é a única forma de se repatriar ao lugar onde realmente podemos ser livres, esperamos proporcionar fatias de liberdade a quem consome.
"Estandelau "
quinta-feira, 13 de março de 2008
Intervenção Urbana
Intervenção Urbana: a cidade nosso habitat natural
Não é de hoje que homens e mulheres escolheram viver em grupos constituindo sociedades, culturas e, por conseguinte, cidades. Mas é natural que estas estruturas que hoje vemos materializadas em vias de concreto, vidro e ferro foi palco de várias manifestações culturais e ou abrigaram obras de arte e obras arquitetônicas que nos revelam ambições e valores de suas épocas, como ainda o fazem. Porém, chamo atenção para uma prática que vem crescendo dentro das cidades, a intervenção urbana.
Tome por intervenção urbana algumas pinturas, grafites e cartazes feitos por várias pessoas em muros e outros espaços para se comunicarem através da cidade e para a cidade. Elas nem sempre tem caráter político, às vezes são até cômicas, sem maiores pretensões.
O que parece é que as pessoas desejam repovoar a cidade, não em um sentido físico, mas de uma maneira poética, política ou por simples ato de fazer uso do que foi construído para ser meu habitat, da mesma forma, talvez, que um adolescente pendura na parede do seu quarto, pôsteres e frases, símbolos que o agradam, que admiram ou que simplesmente desejam contestar. E, ao contrário de que se espera, essas intervenções não partem apenas do meio acadêmico, vemos a arte e as intervenções serem praticadas por várias pessoas de vários extratos sociais, etnias, escolaridades e principalmente, com um objetivo em comum, comunicar.
Channa Rezende Freitas
Não é de hoje que homens e mulheres escolheram viver em grupos constituindo sociedades, culturas e, por conseguinte, cidades. Mas é natural que estas estruturas que hoje vemos materializadas em vias de concreto, vidro e ferro foi palco de várias manifestações culturais e ou abrigaram obras de arte e obras arquitetônicas que nos revelam ambições e valores de suas épocas, como ainda o fazem. Porém, chamo atenção para uma prática que vem crescendo dentro das cidades, a intervenção urbana.
Tome por intervenção urbana algumas pinturas, grafites e cartazes feitos por várias pessoas em muros e outros espaços para se comunicarem através da cidade e para a cidade. Elas nem sempre tem caráter político, às vezes são até cômicas, sem maiores pretensões.
O que parece é que as pessoas desejam repovoar a cidade, não em um sentido físico, mas de uma maneira poética, política ou por simples ato de fazer uso do que foi construído para ser meu habitat, da mesma forma, talvez, que um adolescente pendura na parede do seu quarto, pôsteres e frases, símbolos que o agradam, que admiram ou que simplesmente desejam contestar. E, ao contrário de que se espera, essas intervenções não partem apenas do meio acadêmico, vemos a arte e as intervenções serem praticadas por várias pessoas de vários extratos sociais, etnias, escolaridades e principalmente, com um objetivo em comum, comunicar.
Channa Rezende Freitas
quarta-feira, 12 de março de 2008
Controverso
Controverso
Aspiram controvérsias todas as essências
E,como uma ilha,vi-me cercado de mar
por toda parte
sem que pudesse me afogar.
Fulmegando sonhos desencantados por dias fugitivos
passaram-me feito fotografia sem cor
a vida que era para ter havido
nos momentos em que quieto vivi.
Perdido como um poeta entre estrelas,
sem tempo,sem espaço
tenho todo o tempo do mundo
e faltam-me dias
e noites
e falta-me o tempo
de ser concreto.
Sonho que flui entre as cortinas do abstrato
Fiz-me irreal entre os insanos,
alucinógeno entre ilusionistas,
ultrasentimentalóide,que seja,
pouco importa.
“Ariane” (Colaboradora)
Aspiram controvérsias todas as essências
E,como uma ilha,vi-me cercado de mar
por toda parte
sem que pudesse me afogar.
Fulmegando sonhos desencantados por dias fugitivos
passaram-me feito fotografia sem cor
a vida que era para ter havido
nos momentos em que quieto vivi.
Perdido como um poeta entre estrelas,
sem tempo,sem espaço
tenho todo o tempo do mundo
e faltam-me dias
e noites
e falta-me o tempo
de ser concreto.
Sonho que flui entre as cortinas do abstrato
Fiz-me irreal entre os insanos,
alucinógeno entre ilusionistas,
ultrasentimentalóide,que seja,
pouco importa.
“Ariane” (Colaboradora)
CRUZ
CRUZ
Alma Calma
Calma Palma
Valsa Valsa
Trauma Trauma
Cama Calha
Traste Praia
Tralha Falha
“ccunha” (Colaboradora)
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